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Molfil | exportação de máscaras triplicam

A indústria têxtil e de vestuário voltou a assistir a uma quebra das exportações em novembro, mas a venda de produtos como as máscaras de proteção para o estrangeiro registou uma subida percentual de dois dígitos. O setor tem encontrado neste novo mercado um filão de negócio para amparar as outras quebras resultantes da pandemia.




Numa nota de imprensa, a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) informa que os dados do Instituto Nacional de Estatística dão conta de uma quebra de cerca de 7% das exportações do setor em novembro de 2020, comparativamente ao mesmo mês do ano anterior.



As exportações de vestuário foram as mais castigadas, com uma quebra homóloga de 14%. Também as exportações de matérias-primas caíram nesse mês, na ordem de 1,4%.

O cenário é bem diferente nas exportações de têxteis confecionados, uma categoria que, segundo a ATP, inclui “as máscaras”, assim como as exportações de têxtil lar, que registaram uma subida de 14% em novembro.


“Dentro destes, há a destacar duas categorias de produtos: os artefactos têxteis confecionados, incluídos os moldes para vestuário (categoria onde se incluem as máscaras têxteis) com um crescimento de 207% (acréscimo de 7,4 milhões e euros) e as roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha, com um crescimento de 7% (acréscimo de 3,5 milhões de euros).

Além destas, “as exportações de pastas, feltros e artigos de cordoaria aumentaram 12% (acréscimo de dois milhões de euros) e as de tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados cresceram 13% (mais três milhões de euros)”, segundo a associação setorial.

Quanto aos principais clientes, o Reino Unido destacou-se. As exportações para este país “aumentaram 10%”, o que representa um acréscimo de 3,4 milhões de euros, enquanto as vendas para os EUA aumentaram 10,5% (mais três milhões de euros). Para a República Checa, Portugal exportou mais 43% (acréscimo de 1,6 milhões).

“Estes foram os destinos que assinalaram melhores desempenhos, em termos de crescimento absoluto das exportações no mês de novembro”, destaca a ATP.


Pelo contrário, o setor vendeu menos para Espanha, que “continua a liderar a tabela dos destinos que mais caem”. A redução foi de 23%, menos 30 milhões de euros. Segue-se Itália (-16% e uma queda de 5,4 milhões) e França (-5% e uma queda de três milhões).

Do lado das importações, a associação indica que estas encolheram em 16%. Contas feitas, “em termos acumulados, até novembro, o setor têxtil e vestuário exportou 4,3 mil milhões de euros, com uma quebra de cerca de 12% face ao mesmo período de 2019”. “No mesmo período as importações do setor caíram cerca de 15%, perfazendo um total de 3,5 mil milhões de euros”, resume a instituição.


Fonte:https://eco.sapo.pt

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